<i>Qimonda</i> de novo na falência
Neste momento há duas Qimondas com processos de insolvência a decorrer no Tribunal de Vila Nova de Gaia: a Qimonda Portugal - a Qimonda original, que fabricava memórias para computador – e a Qimonda Solar, empresa criada em Julho passado por iniciativa do Governo de José Sócrates, que para o efeito patrocinou um consórcio alargado prometendo a criação de 400 postos de trabalho. Esta última apresentou agora, também, um processo de insolvência.
Cerca de dois meses depois de o Governo de José Sócrates ter anunciado a «salvação da Qimonda» através de um consórcio liderado pela EDP - que incluía capitais de risco públicos e um número alargado de empresas e instituições financeiras (DST, Visabeira, Inovcapital, BPA, BES e BCP), prometendo criar 400 postos de trabalho para produzir células fotovoltaicas e comprometendo-se o Governo a entrar com 51% do capital que a Qimonda AG tinha no projecto -, esta «solução» foi por água abaixo quando o parceiro alemão no negócio, a Centrosolar, que entraria com 49% do capital, saiu das negociações.
Depois do fracasso das negociações com a Centrosolar, o Governo português deixou cair o prometido projecto de «recuperação da Qimonda» e esta semana deu-se o desfecho final: há, agora, duas empresas Qimonda com processos de falência a correr nos tribunais de Vila Nova de Gaia.
Cerca de dois meses depois de o Governo de José Sócrates ter anunciado a «salvação da Qimonda» através de um consórcio liderado pela EDP - que incluía capitais de risco públicos e um número alargado de empresas e instituições financeiras (DST, Visabeira, Inovcapital, BPA, BES e BCP), prometendo criar 400 postos de trabalho para produzir células fotovoltaicas e comprometendo-se o Governo a entrar com 51% do capital que a Qimonda AG tinha no projecto -, esta «solução» foi por água abaixo quando o parceiro alemão no negócio, a Centrosolar, que entraria com 49% do capital, saiu das negociações.
Depois do fracasso das negociações com a Centrosolar, o Governo português deixou cair o prometido projecto de «recuperação da Qimonda» e esta semana deu-se o desfecho final: há, agora, duas empresas Qimonda com processos de falência a correr nos tribunais de Vila Nova de Gaia.